A long way down
Junho 27, 2009 por Katia
Lendo as coisas que ele escreve sempre fico oscilando entre imaginá-lo como alguém cansado ou acreditar que ele é igual a mim que só escreve quando triste. Provavelmente os dois. No entanto, ele, mesmo sem saber, é alguém que sempre me inspira alguma esperança. Acho meio batido esse negócio de solidão como tema-mãe ou reclames do mundo capitalista principalmente pós-conclusão da faculdade, mas também é verdade que, tal como ele faz, fato raro é. Coisa das grandes engrenagens. Começam a funcionar muito cedo e também cedo descobrem o precipício. Mas a poética que cada um elege para dar seu pitaco no mundo me faz pensar se, de repente, não deveríamos, todos, nos reunir novamente à beira do abismo e conversar sobre nossos sobressaltos. É com isso que eu sonho às vezes. E, ultimamente, sempre, já há mais de um ano.
(…)
Lendo as coisas que ele escreve sempre fico oscilando entre imaginá-lo como alguém cansado ou acreditar que ele é igual a mim que só escreve quando triste. Provavelmente os dois. No entanto, ele, mesmo sem saber, é alguém que sempre me inspira alguma esperança. Acho meio batido esse negócio de solidão como tema-mãe ou reclames do mundo capitalista principalmente pós-conclusão da faculdade, mas também é verdade que, tal como ele faz, fato raro é. Coisa das grandes engrenagens. Começam a funcionar muito cedo e também cedo descobrem o precipício. Mas a poética que cada um elege para dar seu pitaco no mundo me faz pensar se, de repente, não deveríamos, todos, nos reunir novamente à beira do abismo e conversar sobre nossos sobressaltos. É com isso que eu sonho às vezes. E, ultimamente, sempre, já há mais de um ano.
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