Quando numa boa fase, o comum é pensarmos nas coisas boas que andamos fazendo. Ou não. Uma contramão insiste em nos recomeçar quando cientes de que o ponto de partida não foi identificado com honestidade. O que não andamos fazendo de bom?
Façamos um tanto, tenhamos ainda muito mais. E o mais é sempre o incômodo, a impressão de ter morrido na praia, de ter feito as coisas pela metade, de ter compensado um vazio com um outro punhado de quase alguma coisa, que no final das contas também é coisa alguma.
O mais é sempre a descaracterização do próximo passo, da tentativa bem-sucedida.
Mas não.
“não quero nada disso, não
não quero nada”
Eu quero é não ter arrependidos.
E, por isso, sou todo o tempo um vacilo, um passo atrás.
O velho contentamento descontente. Há os que se circundam em suas forças, ignorando as fraquezas de sua “fortaleza”. Há os que preferem ficar do lado de fora, encontrando os pontos fracos e sabendo que não está tudo tão bom assim.
Nesse aspecto, não tem como ficar em cima do muro.
Nesse aspecto, eu também fico procurando onde se pode melhorar.
E, acho que só eu que não consigo ver a força dos muros, apenas as brechas.
Ohh cabeça! O layout tá bem melhor! Bem mais clean hein!
Precisamos nos ver apesar dos contratempos!
Beijo e até breve!
Sou eu ai anônima. rsrsrs
beijo