Sinto falta de vê-lo assim como vejo (e cometo) faltas nas conversas que tenho ultimamente. Sinto falta de parecer muito com alguém no jeito de envelhecer, talvez isso. Parece faltar o esforço que eu fazia para aceitar alguém, assim como me esforço até hoje para assistir todas as comédias românticas lançadas na esperança de que um dia eu encontre uma tão boa quanto aquelas que nós assistíamos rindo e comendo bolacha. Sinto falta dele. Dele e das bolachas, estas últimas que, de tão velhas, nem vendem mais.